quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

José Silvério se emociona com exibição do gol narrado por ele em trio elétrico do Corinthians

 
O locutor agradeceu o reconhecimento do clube e recebeu elogios do colega de emissora José Luiz Datena.
 
 
Foto: divulgação/Rádio Bandeirnantes
 
 
Da Assessoria de Comunicação da Rádio Bandeirantes
 
Desde que o Corinthians chegou à cidade de São Paulo, na manhã desta terça-feira, dia 18, o “bando de loucos” gritou, vibrou e cantou. Houve, porém, um único momento em que a torcida se calou: na Praça Campo de Bagatelle, quando o Timão exibiu no trio elétrico a narração de José Silvério do gol da vitória que o sagrou campeão da Copa do Mundo de Clubes da Fifa.
“Eu brinco sempre que um locutor que diz ‘não tenho palavras’ é burro, porque nós vivemos de palavras, mas em determinadas situações não tem mais o que falar. Muito obrigado, corintiano, por tudo”, disse Silvério, emocionado. “É muito diferente quando o Corinthians ganha. É o povo brasileiro, é a essência”, completou.
O locutor, conhecido como “o pai do gol”, é o narrador oficial da Rádio Bandeirantes e completa 50 anos de narração de futebol em 2013. “É simplesmente o coroar de uma vida profissional fantástica daquele que transforma a emoção em palavras”, opina o apresentador José Luiz Datena. “Não é possível resumir a imagem deste gol a não ser pela expressão diferenciada do Silvério”.
 
 
 

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

89 Fm de SP volta a ser Rádio Rock

Agora é pra valer: 89, a rádio rock, que inovou em meados dos anos 80 ao iniciar a segmentação no mercado FM, volta à meia-noite do dia 21!

Mais informações no site Tudo Rádio

Por enquanto, uma prévia já pode ser conferida na webradio Rádio Rock.


 

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

NET Educação: Escola Voluntária - uma lição de solidariedade e cidadania

O Ano do Voluntariado, 2001, foi o marco de criação do Prêmio Escola Voluntária, uma iniciativa da Rádio Bandeirantes com parceria da Fundação Itaú Social.



Nesta cobertura especial para o podcast do portal NET Educação, feita na entrega do Prêmio, em 27 de novembro no Itaú Cultural, em São Paulo, ouvimos o jornalista e um dos coordenadores do Escola Voluntária, André Russo, e a diretora do Itaú Social, Valéria Riccomini. Conversamos também com dois padrinhos das escolas, os repórteres Francisco Prado e Pedro Campos. Eles explicam quais as motivações para o estímulo a projetos de voluntariado em escolas públicas e privadas de 8 estados brasileiros.

Acesse aqui a galeria de fotos na página do Facebook
da 12ª edição do Prêmio Escola Voluntária

Os alunos do 9º ano do Ensino Fundamental e de todas as séries do Médio, protagonistas do Prêmio, se dedicam a projetos sociais transformadores e nos trazem a visão que têm do trabalho voluntário. Já a educadora destaque deste ano, Profª Lenice Vivan Guedes, coordenadora do projeto Inclusão Digital, de Nova Prata (RS), ressalta que a participação é uma lição para a vida dos alunos dentro e fora da escola.

No Prêmio, mais do que ações assistencialistas, o foco são os projetos transformadores. Em alguns casos, o voluntariado educativo também está presente. Além de diagnosticar problemas e agir para a melhoria da comunidade, conceitos ligados às disciplinas são percebidos na prática.

Incentivar o voluntariado é uma maneira de fazer o jovem vivenciar a realidade que o cerca e nela atuar. Ao ver sua ação na comunidade, ele aprende a conviver com o outro de maneira colaborativa, com dignidade e respeito às diferenças.

Links:
Ouça as reportagens realizadas pelos alunos das 10 escolas finalistas e entenda o Prêmio Escola Voluntária aqui

 

domingo, 9 de dezembro de 2012

Interferência - Marco do Amanhã, de Hélio Ribeiro

“Outro dia fiquei muito triste quando ouvi um tal de Hélio Ribeiro dizer que eu, o rádio, sou 'a maior oportunidade perdida de melhorar o mundo'. Eu sou apenas o instrumento.Eu preciso de gente que me entenda, me respeite e que me ajude a cumprir a minha missão. Ah, com alegria, muita alegria… Se possível.”

Em meados da década de 70, quando era diretor e supervisor da Rádio Bandeirantes, Hélio Ribeiro cria o Marco do Amanhã. À meia-noite, uma mensagem de otimismo - para que o dia terminasse bem e o seguinte começasse ainda melhor - figurava nas aberturas das então chamadas Noites das Estações. A atração teve como apresentadoras Maria Aparecida Alves, Áurea Maria e Branca Amaral. O patrocínio era da Viação Cometa.

Ouça o quadro Interferência com a reconstituição de um Marco do Amanhã, nas vozes de Marcelo Duarte e Silvania Alves.



 Os áudios contidos nesse "Interferência" são do acervo do Memorial Hélio Ribeiro: www.helioribeiro.com.br

Usar o rádio para o teimoso trabalho de tentar melhorar o mundo. Essa foi a missão de José Magnoli, nome verdadeiro do radialista, jornalista, publicitário e narrador Hélio Ribeiro. Durante mais de três décadas, o comunicador leva inovação e originalidade, além da voz marcante, às mais importantes emissoras de São Paulo: Jovem Pan, Tupi, Globo, Difusora, Gazeta, Capital e Bandeirantes, na qual também foi correspondente nos Estados Unidos.

O poder da mensagem do comunicador começa a ser transmitido ainda na década de 60, quando é aprovado por Blota Júnior para trabalhar na Rádio Panamericana, atual Jovem Pan. Mas é na década de 70, com as crônicas de opinião no Jornal do Meio Dia, da Rádio Bandeirantes, que se torna conhecido em todo o país. Hélio Ribeiro também ficou famoso por suas traduções livres de músicas estrangeiras para o português.

Ouça mais:
Acompanhe aqui as edições anteriores do Interferência.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Paulo Galvão e a volta mais rápida de Schumacher

Recebi do próprio apresentador e repórter da Rádio Bandeirantes, Paulo Galvão, essa preciosidade.
Ouça:
Quem acompanha a Fórmula 1 sabe que, tradicionalmente, Michael Schumacher não costuma dar entrevista na chegada ao autódromo. No entanto, no sábado, dia 24 de novembro, na chegada do piloto a Interlagos, pela manhã, Galvão aproveitou os cerca de 30 segundos entre o instante em que Schumi saiu do carro, passou pela catraca de acesso ao padock e seguiu para a área dos boxes, para extrair algumas palavras do alemão.

Rápido também nas respostas, o heptacampeão mundial brinca com o jornalista ao dizer que vai sentir falta de Galvão.

sábado, 1 de dezembro de 2012

Interferência - O Lado B de Beting, o humor de Joelmir

Foto de Beto Hora revela Joelmir Beting com anotações para
o boletim As 3 Faces da Moeda, escrito em um papel de laboratório,
no qual havia feito exame antes de chegar à Rádio Bandeirantes

No "Você é Curioso?" deste sábado, dia 1º de dezembro, foi ao ar mais uma justa homenagem a Joelmir Beting. Entre os destaques, o quadro que produzo, Interferência, traz o lado bem humorado do saudoso comentarista e apresentador. Acompanhe no player abaixo:


No áudio, você se diverte com uma paródia ao texto primoroso de Joelmir e seus tradicionais trocadilhos, levada ao ar pela equipe do Show de Rádio no Jornal do Riso, em 1985; e também com passagens hilárias narradas no Na Geral, em participação especial do comentarista em 10 de novembro de 2009.


Ouça mais:
Acompanhe o post que publicamos anteriormente, com entrevistas de Joelmir ao jornalista Paulo Galvão, no Sofá Bandeirantes e a Milton Neves no Terceiro Tempo; emocione-se também com a leitura da carta escrita por Mauro Beting ao vivo, na Rádio Bandeirantes, ao saber do passamento do pai.

Aqui, mais Interferência no "Você é Curioso?". Ouça as participações anteriores.
 

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Joelmir Beting morre aos 75 anos. Ouça o Sofá Bandeirantes com o jornalista.


"Um minuto de barulho por Joelmir Beting. 21/12/1936 - 0h55 de 29/12/2012". Esta é a frase de Mauro Beting no Twitter, após a confirmação da morte do pai.

Ouça a aula de jornalismo deixada pelo mestre no Sofá Bandeirantes. A entrevista é de Paulo Galvão.

Ao final do bate-papo de mais de uma hora, levado ao ar em 30 de novembro de 2008, Joelmir pede Serra da Boa Esperança, na interpretação de Althemar Dutra e conclui: "a partir desta conversa, agora sim, eu posso me aposentar".

Ouça mais homenagens:


No player acima, o momento em que a notícia da morte de Joelmir é anunciada durante o Terceiro Tempo desta madrugada. Você acompanha a carta lida de filho para pai e também uma entrevista conduzida por Milton Neves em uma das edições do Domingo Esportivo, da Rádio Bandeirantes.

- Aqui a reportagem do jornal 1ª Hora, com a trajetória do jornalista

 

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Titulares do Ritmo e da Bandeirantes

A edição do programa Memória, comandado por Milton Parron na Rádio Bandeirantes, destacou a relação entre o conjunto vocal Titulares do Ritmo e a tradicional emissora.

A entrevista foi realizada em 1996 e contou com os remanescentes do grupo à época: Francisco e Geraldo Nepomuceno, Domingos Ângelo de Carvalho e João Cândido Brito.

No player abaixo, duas passagens do histórico programa: quando cantam ao vivo a vinheta da Rádio Bandeirantes e também o jingle de Natal das Casas Pernambucanas de 1965.




A excelente edição do programa, na íntegra, está aqui: http://www.radiobandeirantes.com.br/audios_rb/12_11/121117_mem_titulares_do_ritmo.mp3

domingo, 4 de novembro de 2012

Band FM comemora os 25 anos de "A Hora do Ronco"

Fonte: Vanessa Lorenzini Khaznadar
ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO | Bandeirantes - SÃO PAULO

 

Homenagens, convidados, brindes personalizados e pedágios: a Band FM organiza diversas ações em homenagem ao programa e seu comandante Pedro Luiz Ronco
O mês de novembro será especial na Band FM. “A Hora do Ronco”, líder de audiência e carro-chefe da emissora, completa 25 anos no ar sob o comando de Pedro Luiz Ronco. Desde o dia 03 de novembro de 1987, o programa é companheiro diário do ouvinte que madruga e tem que enfrentar trânsito, correria e trabalho. Ronco, o apresentador Tadeu e o humorista Emerson França – que interpreta os personagens Pidôncio e Homem Vinheta - já acordam em alto astral e divertem o público.
Para iniciar as comemorações, Ronco foi entrevistado no Jornal Gente, da Rádio Bandeirantes, por José Paulo de Andrade e Thays Freitas, no sábado, dia 20 de outubro (ouça aqui); participou na quinta-feira, dia 1º, do programa “Agora é Tarde”, da Band, em que foi entrevistado por Danilo Gentili (assista aqui). No dia 05, segunda-feira, as homenagens da rádio começam. Joca, primeiro a dividir o microfone com o Ronco na atração, de 1987 a 1996, será o convidado especial. Artistas e ouvintes antigos, que o acompanham desde o início, vão entrar no ar para parabenizar Ronco e seus companheiros.  

Ouça no player Ronco e Joca em transmissão de futebol comandada por Dirceu Maravilha, em 1993, pela Band FM.
Também na segunda começam a ser distribuídos os brindes personalizados “A Hora do Ronco”: coolers com espaço para 16 latinhas e um kit com camiseta e CD com os 25 melhores momentos da atração. A partir do dia 13, será realizado um pedágio semanal pelas ruas de São Paulo com os integrantes do programa, inclusive o Ronco.
História “A Hora do Ronco”
No ar desde 04 de novembro de 1987, “A Hora do Ronco” conquistou um grupo fiel de fãs, alguns que o ouvem desde a criação. No pico de audiência, atinge mais de 220 mil ouvintes por minuto e atualmente é líder de audiência em seu público alvo (ambos os sexos – classes AB e C – de 20 a 49 anos).
Pedro Luiz Ronco, a cara e a voz do programa, tem liberdade de brincar com os seus companheiros Tadeu e Emerson e com os ouvintes. “Quem liga para a rádio para falar comigo sabe que vai ser sacaneado. Eles me zoam e eu zoo de volta. É uma grande brincadeira”, conta Ronco.
Nomes importantes do rádio brasileiro também passaram pelo programa, como Joca, André Muller, Paulo Eugênio, Betinho e Celso Portiolli. A atração fez história ao lançar o Tiririca, com “Florentina”, e o primeiro a tocar canções de Zezé Di Camargo & Luciano, Leandro & Leonardo e Só Pra Contrariar.
“Para um programa de rádio durar 25 anos precisa ser muito bom, precisa se reciclar e principalmente sair na frente com as ideias. A criatividade do Ronco e da equipe do programa é que fazem a diferença. Todos os programas de humor que estão no ar tem A Hora do Ronco como referência... Há 25 anos ousado e inovador”, comenta Murilo Huada, diretor artístico da Band FM.
 

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

31 de outubro: Dia D... reverenciar Drummond

Em homenagem dia do Poeta, institucionalizado para lembrar o aniversário de nascimento de Drummond, ouça uma edição especial do Livro Aberto, podcast que produzo para o portal Net Educação. No player abaixo, você vai ouvir o "Sentimento do Mundo" de Drummond, embalado pela trilha de Reynaldo Bessa.


(se o player não estiver visível ou quiser baixar o áudio, clique aqui)


Acompanhe também a homenagem que publicamos no ano passado, com trechos da última entrevista do poeta.

Carlos Drummond de Andrade nasceu em um dia 31 de outubro como hoje, em 1902. Por isso, a décima edição da Flip – Festa Literária Internacional de Paraty- entre os dias 4 e 8 de julho - foi em homenagem aos cento e dez anos de um dos escritores que tem seu nome associado ao movimento Modernista brasileiro.
O período de formação escolar do mineiro de Itabira foi marcado pela expulsão do Colégio Anchieta, em 1919, em função de um incidente com o professor de Português. O próprio autor declarava que essa saída repentina teve “influência enorme no desenvolvimento dos estudos e de toda a vida” dele. Dizia: “Perdi a Fé. Perdi tempo. E sobretudo perdi a confiança na justiça dos que me julgavam."

Dois anos depois, já em Belo Horizonte, tem os primeiros trabalhos publicados no Diário de Minas.
Em 1923, matricula-se na Escola de Odontologia e Farmácia. No entanto, após se formar, o profissional fica “apenas na moldura/ do quadro de formatura." É quando começa a transposição do homem para o poeta de corpo e alma.

Em 1925, casa-se com Dolores Dutra de Morais, com quem passa toda a vida. No mesmo ano, na companhia de Martins de Almeida, Emílio Moura e Gregoriano Canedo, funda a publicação modernista A Revista. Ainda em 25, conclui o curso de Farmácia e é escolhido como orador da turma.
Sem interesse pela profissão para a qual havia se dedicado nos estudos, leciona geografia e português no Ginásio Sul-Americano de Itabira. Mas logo retorna a Belo Horizonte como redator e assume o posto de redator-chefe no Diário de Minas.

Em 1928, publica na Revista de Antropofagia, de São Paulo, o poema "No meio do caminho", que provoca furor no meio literário.

No mesmo ano, nasce a filha Maria Julieta. Ainda por essa época, torna-se auxiliar da Revista do Ensino, da Secretaria de Educação.  Deixa o Diário de Minas e passa a redator do jornal Minas Gerais, veículo oficial do estado.

O primeiro livro, Alguma poesia, é lançado em 1930.

Quatro anos depois, publica Brejo das Almas. Muda-se para o Rio de Janeiro, onde assume cargo no gabinete de Gustavo Capanema, então ministro da Educação e Saúde.

Em 1940, faz uma tiragem de 150 exemplares da publicação Sentimento do Mundo. Distribui o novo livro entre amigos e escritores.

A atividade literária extrapola as publicações. Mantém na revista Euclides, a seção Conversa de Livraria e colabora no suplemento literário de A Manhã.

Em 42, a Editora José Olympio é a primeira a custear a publicação de livros de Drummond. É o ano em que é lançado o livro Poesias.

 Em 45, são publicados A rosa do povo e O gerente. Conciliando as atividades de funcionário público com a de jornalista, colabora no suplemento literário do Correio da Manhã e na Folha Carioca.

Os anos 50 foram marcados pela publicação de obras importantes, como Claro enigma, Viola de bolso, “Fazendeiro do ar & Poesia até agora” e Fala, amendoeira. Em 1962 aposenta-se do funcionalismo público. Em seguida, recebe os prêmios da União Brasileira de Escritores e do Pen Club do Brasil por Lição de Coisas.  

Deixa o Correio da Manhã, em 1969, e passa a colaborar no Jornal do Brasil. É quando se torna referência no jornalismo brasileiro.
 
Um novo impulso à obra de Drummond vem em 1984, quando assina contrato com a Editora Record, após quatro décadas de José Olympio. Inaugura esta nova fase com Boca de luar e Corpo.

 Após 64 anos dedicados ao jornalismo, encerra carreira de cronista regular.

 Em 1987, é homenageado, pela Estação Primeira de Mangueira, com o samba enredo campeão daquele ano, O Reino das Palavras.

No dia 5 de agosto daquele ano, morre a filha Maria Julieta, vítima de câncer. Menos de duas semanas depois, em 17 de agosto de 1987, Carlos Drummond de Andrade falece, deixando
cinco obras inéditas.

 Em 1995, foi lançada a home page Carlos Drummond de Andrade - Alguma poesia. Este projeto de reedição faz parte do início das comemorações do centenário de nascimento do poeta, que se dá em 2002.

2011 é marcado por um bem articulado relançamento da obra do poeta. O projeto nasce com a mudança da Editora Record, que se dedicou aos títulos de Drummond durante três décadas, para a Cia. das Letras. A primeira iniciativa é a criação do Dia D. o D de Drummond passa a marcar 31 de outubro, data de nascimento do autor, como dia do poeta.

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Inteligência no ar: a entrevista com Ronie Von no Jornal Gente


Fotos da entrevista de Ronie Von ao Jornal Gente de sábado,
27 de outubro, extraídas do página do Facebook da Rádio Bandeirantes


Uma das características do rádio que prevalece nos dias de hoje é a instantaneidade. A informação é transmitida no momento em que acontece, muitas vezes com o auxílio precioso do ouvinte. Isto é fascinante e não deixa dúvida de que o rádio é o meio de comunicação mais ágil de todos.

Mas acredito que falte dosar um pouco melhor esse aspecto de prestação de serviço e de informação o tempo todo com conteúdos mais leves. Aliás, antes de continuar, é bom ressaltar que me refiro neste post mais especificamente ao radiojornalismo. Bem, como dizia, sinto falta de uma parada no ritmo alucinante das notícias na programação que vai ao ar de segunda a sexta. Não faz muito tempo, a partir das 10 da manhã, em geral, as emissoras exibiam entrevistas com personalidades artísticas, levavam ao ar música ao vivo no estúdio e outros formatos que tornavam o trânsito mais agradável.

Hoje, esse tipo de "válvula de escape" da realidade a que estamos submetidos perde espaço em prol dos giros das notícias mais importantes, que antes eram de hora em hora; passaram a ser de meia em meia hora há duas décadas; até que decidiram que em 20 minutos, tudo pode mudar; e agora, a cada quarto de hora, o mundo gira em nossas cabeças.

Mais uma parada para esclarecer que sou um ouvinte assíduo dessas emissoras. Acredito que o recurso da constante inserção de colunistas ajude a tornar mais interessante a engrenagem de cada uma delas, porém sinto falta de um tempo em que após um período dedicado a atualizar o ouvinte, havia um período de maior criatividade e produção, hoje restrito às manhãs de sábado. Ok, é o dia em que o rádio tem um número menor de ouvintes, mas que por outro lado dedicam maior atenção àquilo que ouvem, o que transforma esse o momento ideal para entrevistas inteligentes, quadros mais ousados, programas de variedades, grandes reportagens etc.

Nesse contexto, estou viciado nas entrevistas de sábado do Jornal Gente, da Rádio Bandeirantes. Falei recentemente, por exemplo, da participação de Ricardo Boechat nesse espaço. Na sequência, um belo papo com Pedro Luiz Ronco e na semana passada foi a vez de Ronie Von. Reproduzo abaixo, texto e áudio originários do site da "rádio que tem opinião".

"O cantor, piloto de avião e apresentador de TV falou com Thays Freitas, Rafael Colombo e José Paulo de Andrade sobre a trajetória de sua carreira como cantor e de seus projetos atuais na TV em uma conversa divertida e cheia de lembranças".

Agora, clique aqui e ouça a entrevista na íntegra.

Obs: depois de algum tempo, os áudios ficam indisponíveis no site das emissoras. Se isto acontecer com algum conteúdo que você está acessando aqui no blog Peças Raras, avise a administração desse site no espaço dedicado aos comentários da respectiva postagem. Na medida do possível, buscaremos atualizar o conteúdo com áudio que está armazenado em nosso banco de dados próprio.





segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Boechat fala sobre jornalismo e rádio na estreia de Thays Freitas no Jornal Gente

Nesse sábado, 13 de outubro, o Jornal Gente da Rádio Bandeirantes – na tradicional entrevista que leva ao ar todo final de semana – trouxe duas surpresas. A primeira delas foi a presença do âncora da Bandnews FM e do Jornal da Band na TV, Ricardo Eugênio Boechat. A outra, a estreia de Thays Freitas (apresentadora do Jornal em Três Tempos, ao lado de Paulo Galvão) na bancada do tradicional jornal das 8 da manhã. Como lembrado por alguns ouvintes, a presença feminina lembra a fase em que o programa contava com a participação de Maria Lydia ao lado dos titulares Salomão Ésper, José Paulo de Andrade e Joelmir Beting.

Na entrevista, Boechat discorre sobre assuntos polêmicos relacionados à política. Se você quiser ouvi-la na íntegra, acesse aqui.

Como o enfoque deste blog é o rádio e a comunicação, destaco a seguir o terceiro e derradeiro bloco do descontraído bate-papo, que foi conduzido também por Rafael Colombo. Ouça no player abaixo:


(se o player não estiver visível ou quiser baixar este áudio, clique aqui)

Neste ponto da conversa, Boechat aborda assuntos como: envolvimento com a fonte; a demissão dele do Jornal O Globo, em 2001; a cobrança do público para que assuma uma postura na TV igual a que tem no rádio (ele explica que a dinâmica e a paginação de um e de outro meio permitem comentários mais ligeiros ou “ilimitados”); e a identificação que tem hoje com o rádio como jamais teve com a mídia impressa ou televisiva.

O âncora das manhãs da Bandnews FM lembra também que diversas vezes dá o telefone pessoal no ar, a fim de que se atribua “fé pública” ao cidadão em detrimento da autoridade, já que é este que está nas ruas e vive a notícia. Dá um recado aos jornalistas que estão chegando agora: cada cidadão terá o papel de ser o difusor da história, restando aos comunicadores acrescentarem a esses fatos seus respectivos estilos pessoais.

Boechat conta ainda que procura responder a todos que mandam recados para o celular dele. Ao final da entrevista, Zé Paulo faz menção aos pensamentos norteadores do antropólogo e professor Edgard Roquette-Pinto e de José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, que passou pela Rádio Bandeirantes antes de se tornar o todo-poderoso da Rede Globo. Aproveitando o tema, o entrevistado conclui: “na televisão, você imprime seu rosto e no rádio, sua alma”.

Ouça mais:
- As edições na íntegra do Jornal Gente estão em formato de podcast, para que você ouça quando e onde quiser: http://www.radiobandeirantes.com.br/rss/xmls/jornalgente.xml

- Acompanhe aqui um debate "virtual" ou um diálogo improvável entre Boechat e Sarney, criado pelo podcast Peças Raras em 2009.

 


sábado, 6 de outubro de 2012

Interferência: Hebe, estrela que brilha!

Foto extraída do site Hebe na Web
O Interferência, quadro que produzo todo primeiro sábado do mês para o "Você é Curioso?", da Rádio Bandeirantes, homenageia Hebe Camargo e relembra da fase da artista no rádio.


Ouça o quadro, que reconstitui o programa Gente que Brilha, tradicional no rádio dos anos 50. Na sequência, de quebra, curta também o quadro Caçadores da Música Perdida, conduzido por Antonio Mier, também sobre a fase em que Hebe era mais cantora do que apresentadora.
(se o player não estiver visível, clique aqui para ouvir ou baixar)



Hebe Camargo se foi junto com um tempo em que eram comuns “amigos, tardes e petecas”. 

Recentemente, em texto sobre a telenovela no Brasil, o ator Lima Duarte escreveu sobre os amigos que se encontravam à tarde, no pátio da Rádio Tupi, no Sumaré em São Paulo. Corria o ano de 1948. Ele, Hebe Camargo, Lolita Rodrigues, Walter Forster, Heitor Andrade, Dionísio Azevedo, Ribeiro Filho e Osni Silva costumavam se reunir para jogar peteca, entre uma produção e outra, em um tempo em que o radioteatro era ao vivo e envolvia grandes elencos.

Mas a brincadeira da turma foi interrompida, diante do anúncio da construção da primeira emissora de TV da América Latina naquele terreno. 

Hebe estava no lugar certo, na hora certa. Não apenas como coadjuvante. Em 1949, ela integra o grupo que vai ao Porto de Santos buscar os equipamentos que tornariam possível a primeira transmissão de TV. No dia da inauguração, em 18 de setembro de 1950, no entanto, ela – que cantaria o Hino da Televisão – prefere acompanhar seu namorado em outro evento e é substituída por aquela que se torna sua melhor amiga, Lolita Rodrigues.

Mas Hebe queria mesmo é ser cantora e, já em 1943, com apenas 14 anos de idade, acompanha o pai, que vem a São Paulo integrar a Orquestra da Rádio Difusora. A estreia oficial, no entanto, acontece em 1944, quando imita Carmem Miranda no tradicional programa Clube do Papai Noel, atração que abria espaço para crianças demonstrarem seus talentos. Daí pra frente, forma o quarteto Dó-Ré-Mi-Fá e, em seguida, com a irmã Stella Monteiro, cria a dupla caipira Rosalinda e Florisbela. 

Ficaria consagrada como a estrelinha do samba e, mais tarde, como “a estrela de São Paulo”. Em paralelo à carreira de apresentadora, nunca deixou de cantar.

Uma história que começou a quase 70 anos. Durante todo esse tempo, Hebe não saiu de cena e brilhou no rádio e na TV até virar uma estrela verdadeira na manhã do último sábado, 29 de setembro. Para homenagear a rainha da TV brasileira, vamos interferir na programação do rádio dos anos 50 e trazer de volta a magia das rainhas da música daquele tempo.


quinta-feira, 27 de setembro de 2012

EstadãoESPN no Dia do Rádio: Cinco Vozes

foto extraída do site da EstadãoESPN
Por algum motivo, o áudio do site da EstadãoESPN só contém o primeiro bloco do programa especial que durou cerca de 1 hora e 15 minutos. Em função disso, abaixo você confere a edição na íntegra.

(se o player não abrir ou quiser baixar o áudio, clique aqui)
Haisem Abaki é o mediador do bate-papo que reuniu alguns dos principais nomes do radiojornalismo brasileiro: José Paulo de Andrade (Rádio Bandeirantes), Heródoto Barbeiro (ex-CBN), Joseval Peixoto (Jovem Pan) e Milton Jung (CBN).



 

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Rádio ou Emoção Futebol Clube

Mauro Beting tem um dos textos mais primorosos e emocionantes da crônica esportiva atual. É dele a homenagem ao time do coração, o Palmeiras, divulgada em primeira mão no Terceiro Tempo, da Rádio Bandeirantes.

Confira aqui o áudio que emociona muitos torcedores, mas principalmente os palmeirenses.
A narração é do ator Cassiano Ricardo.


Copa do Mundo é com a Bandeirantes. O grupo aproveita o Dia do Rádio para apresentar o tema da emissora para a seleção brasileira na Copa 2014. É uma reedição da música composta por Marcos e Paulo Sérgio Valle, gravada pelo Golden Boys: Sou Tricampeão.

















Clique aqui para ouvir o especial com a história do Tema.

A História do rádio no Brasil - Globo Repórter - 1983

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Dia do Rádio na EstadãoESPN: Cinco Vozes e Milhares de Ouvidos

A Rádio EstadãoESPN comemora o dia do rádio, nesta terça, 25 de setembro, com uma grande iniciativa.

Ouça a chamada do programa especial.

Clique aqui e acompanhe o programa na íntegra.

Com apresentação de Haisem Abaki, o programa Metrópole, que tem início às 10 da manhã, reúne algumas das principais vozes do radiojornalismo paulistano e brasileiro: José Paulo de Andrade (Bandeirantes), Heródoto Barbeiro (TV Record News), Joseval Peixoto (Jovem Pan) e Milton Jung (CBN). Segundo Haisem, o especial de uma hora e meia de duração traz muita história sobre este meio de comunicação e a paixão em comum desses profissionais por ele.

A homenagem ao Dia do Rádio da EstadãoESPN lembra a campanha publicitária do início de 2010 do banco Santander. Com o tema "vamos fazer juntos", naquela ocasião também foram reunidos âncoras de emissoras jornalísticas. Lembre aqui.

Radialistas concorrentes juntos em campanha do Santander/ Real - 2010:
Salomão Ésper (Bandeirantes), Joseval Peixoto (Jovem Pan) ,
Eduardo Barão (Bandnews) e Caio Camargo (Eldorado, atual EstadãoESPN)

OUÇA MAIS:
- Reportagem da EstadãoESPN com Marcelo Abud, em comemoração aos 90 anos de rádio no Brasil;

- Acompanhe a série de áudios que produzi sobre os 90 anos de rádio no Brasil para o site do livro História do Rádio no Brasil;


Relembre no player acima a chamada e, em seguida, o pool que reuniu Caio Camargo (Eldorado), Joseval Peixoto (Jovem Pan), Salomão Ésper (Bandeirantes) e Eduardo Barão (BandNews).

ATUALIZAÇÃO
Veja o vídeo dos bastidores do encontro da EstadãoESPN no site do Estadão



quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Peças Raras no NET Educação: o rádio na escola


Desde junho de 2011, a Peças Raras atende à demanda da criação de podcasts do Portal NET Educação. Atualmente, são publicados três áudios por mês. No Informe NET Educação, a proposta é apresentar o contraponto da notícia: um tema que está em pauta na grande mídia é visto de uma maneira diferente e original. O Dossiê dá voz a especialistas em temas importantes para serem tratados em sala de aula. Livro Aberto apresenta a vida e obra de importantes nomes da literatura em Língua Portuguesa. O canal de podcast conta ainda com outras produções radiofônicas de qualidade, como o projeto Aldeias Sonoras.

Ouça aqui o Informe NET Educação deste mês de setembro.

Em função das comemorações da primeira transmissão de rádio, há 90 anos, o tema é o rádio na educação. Para abordar o uso pedagógico do meio em sala de aula, ouvimos o formador do programa Nas Ondas do Rádio, prof. Marciel Consani, e a professora de Educação para as Mídias, do Colégio Pueri Domus, Graciete Ram.

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terça-feira, 11 de setembro de 2012

Interferência: Osvaldo Moles e o humor da década de 1950

O quadro Interferência, levado ao ar todo primeiro sábado do mês no "Você é Curioso?", da Rádio Bandeirantes, relembra Osvaldo Moles e o programa de estreia dele na emissora, em 1951: Ritornello da Rua Paula Souza. Ouça no player abaixo a reconstituição com os apresentadores-radioatores Marcelo Duarte e Silvânia Alves e as participações do jornalista Bruno Micheletti e do radialista Odayr Baptista.


(se o player não estiver visível ou quiser baixar o áudio, clique aqui)

Sobre Osvaldo Moles
É difícil encontrar alguém que não conheça Adoniran Barbosa e seu estilo característico de humor ítalo-paulistano na música. O que nem todo mundo sabe é que atrás do grande sambista há um grande redator. 

Osvaldo Moles divide com o poeta do povo a autoria de alguns de seus maiores sucessos.

A dupla também é responsável por momentos marcantes do humor radiofônico. O auge dessa parceria está em Histórias das Malocas, que fica no ar entre 1955 e 1965, pela Rádio Record. Nele, Adoniran interpreta o personagem Charutinho.

As histórias de Moles e da Rádio Bandeirantes encontram um ponto em comum em 1951. A chegada do criativo redator contribui para transformar a emissora na mais popular emissora paulista.

Ouça mais Interferência nesse blog.





sábado, 8 de setembro de 2012

Na Geral: show de rádio no pós-jogo da seleção brasileira


Quem gosta de futebol e teve o privilégio de acompanhar o Show de Rádio de Estevan Sangirardi, sobretudo na fase em que o programa era transmitido pela Jovem Pan, não esquece o estrondoso eco que o humorístico causava nas saídas dos estádios. Ao apresentar personagens ligados aos principais times e fazer uma sátira do jogo que acabara de acontecer, o "show" era acompanhado por milhares de torcedores que deixavam os estádios, independentemente se - em campo - os jogadores tivessem garantido a vitória.

No dia em que o rádio completou 90 anos da primeira transmissão em nosso país, quem acompanhou o jogo da seleção brasileira pela Rádio Bandeirantes teve uma grata surpresa. Ao término da partida, o Na Geral entrou na área e reuniu as imitações de Beto Hora à inteligência e conteúdo de Mauro Beting. O resultado é dos mais hilários. Diferentemente do antigo Show de Rádio, em que tudo era roteirizado, aqui o improviso fala mais alto. Acompanhe no player abaixo os melhores momentos desta transmissão, na reprise levada ao ar durante o Bandeirantes a Caminho do Sol.


(se o player não estiver visível ou quiser baixar o áudio, clique aqui)

Em destaque, o descontrole de Mauro Beting, que não consegue segurar sua tradicional risada durante o Terceiro Vento, oferecido pelo Sapato Rapariga e por Cheiraomingau. Tem ainda as análises de Luxemburgo e de Murici sobre os rumos da nossa seleção.


quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Peças Raras nos 90 anos de rádio no Brasil


A partir de 1919 começa a chamada “Era do Rádio”. O microfone surge através da ampliação dos recursos do bocal do telefone, conseguida por um engenheiro da Westinghouse, em 1920, nos Estados Unidos. 

No Brasil, o rádio não demorou a chegar. A primeira experiência aconteceu em 7 de Setembro de 1922, nas comemorações do centenário da Independência, na então capital federal Rio de Janeiro. “Muito pouca gente se interessou pelas demonstrações”, atesta Roquette Pinto, que, diferentemente da maioria, logo se encantou com a novidade. O desinteresse se deveu à falta de qualidade do som emitido por dois transmissores norte-americanos, especialmente importados para o evento. Apesar das falhas, Roquette Pinto percebeu o potencial do meio de comunicação e, em virtude de seus empenhos pessoais, ficou conhecido como o pai do rádio no Brasil.

Desta data até hoje, muitos capítulos foram escritos nessa história. A seguir, uma série especial que produzi para o site de apoio ao livro "História do Rádio no Brasil", organizado por Magaly Prado. Clique nos links abaixo e ouça os episódios:


Episódio I - Roquette-Pinto: pai do rádio no Brasil
Dois áudios com relatos de Roquette-Pinto explicam como foi a primeira transmissão em 7 de setembro de 22 e de que forma o Brasil passou a ter a primeira emissora de rádio em 23.


Marcha de carnaval As 5 Estações do Ano, de 1933. Interpretada por Lamartine Babo (autor da música), Almirante, Carmem Miranda e Mário Reis, aborda com bom humor as emissoras Educadora Paulista, Philips, Sociedade do Rio de Janeiro, Club do Brasil e Mayrink Veiga. Permite que se tenha um panorama do rádio no momento em que a publicidade já fazia parte da história de evolução e popularização desse meio de comunicação.


O programa Balança, mas não cai e o sucesso de Paulo Gracindo e Brandão Filho nos papéis de Primo Rico e Primo Pobre.


O Concurso Rainhas do Rádio foi a ponta de lança de grandes sucessos carnavalescos nos anos 1940 e 1950. Conheça algumas das majestades do rádio em sua época de ouro.


Walter Silva e o Pick-up do Pica Pau


O Esquema Plenimúsica/Factorama: Depoimento exclusivo de Darcio Arruda sobre a retomada do rádio e a importância das Emissoras Associadas.


Entrevista com Eli Corrêa


Especial sobre o tradicional radiojornalístico da Bandeirantes que acorda São Paulo há mais de 4 décadas.

Episódio IX - Cidade, Cidaaaadeeee...
As rádios FM nos anos 80, a partir do padrão criado pelo Sistema JB com a Rádio Cidade.

A CBN entra no ar e traz uma nova fase, a transposição do conteúdo de AM para a FM

 Entrevista com Zé Paulo de Glória e Lélio Teixeira: a história do Na Geral

Extra: 
Anos 80- Hélio Ribeiro, Frank Sinatra e publicidade no rádio
Em 1980, Frank Sinatra se apresenta no Maracanã, no Rio de Janeiro. A DPZ, agência responsável pela conta do Banco Itaú à época, cria um anúncio de oportunidade. Para ser veiculado em São Paulo, o spot apresenta Jorge Helau imitando Hélio Ribeiro e uma voz parecida com a de Sinatra. 


EstadãoESPN: Primeira transmissão de rádio no Brasil completa 90 anos nesta sexta

Meio de comunicação foi criado no fim do século XIX e há controvérsias sobre o verdadeiro inventor. Relembre momentos dessa história na reportagem de Camila Tuchlinski.
(do site EstadãoESPN)

Ouça aqui a reportagem. Eu também estou nesta história, com muito orgulho, com muito amor.